Marianna Rodrigues , gerente de conteúdo das Lojas Leader Magazine , promove palestras e Workshop na agência Arte&Show

Nos dias 25/01/2020 e 01/02/2020 a agência de moda e escola de modelos Arte&Show que fica localizada em Queimados , na baixada fluminense , recebeu Marianna Rodrigues , gerente de conteúdo das lojas Leader Magazine que , gentilmente proferiu Palestras e Workshop sobre carreira na comunicação de moda , carreira de modelo e padrão de mercado , promovendo conhecimento , diretrizes na área de moda e comunicação de imagem publicitária , além de levar sua bagagem na carreira e experiências com uma grandiosa equipe de profissionais à frente dos conteúdos de publicidade e marketing de uma das maiores redes de lojas de departamento do país.   

Fotografia – Maira Alves

Marianna conta que começou suas andanças e closes no mundo da moda e publicidade quando tentou ser modelo lá no final dos anos 90 , tendo como inspirações as grandes top models das passarelas e editoriais de moda , a apresentadora Xuxa , que como qualquer menina de sua geração , queria ser Paquita e as pioneiras do movimento “Girl Power” , as icônicas Spice Girls.  Estudou construção civil no CEFET/RJ na adolescência, fez alguns cursos na área de produção de moda. Mais a frente se formou em jornalismo, e estagiou na FOLHA DIRIGIDA.

” Com 12 anos de idade eu já sabia que queria trabalhar com moda . “

Comenta Marianna Rodrigues

Marianna levantou a bandeira do empoderamento feminino para o casting da agência , e na roda de conversa , trouxe referências sobre o que o mercado publicitário espera de um modelo em um shooting , fashion films ou nas campanhas. Nem tudo é apenas glamour , a carreira demanda muitas responsabilidades e deveres essenciais para o new face ou até mesmo para aquele que já tem experiência na área , abordando as diferenças do que é considerado “padrão” de mercado e perfil de modelo , além de mostrar dentro do seu trabalho , como que hoje o mercado publicitário promove campanhas assertivas e inclusivas alinhando marketing de moda , branding e coleções de sucesso inspiradoras que abrangem o maior número de pessoas , seja na produção , pós produção até o consumidor final , criando uma grande conexão nas relações de trabalho e interpessoais.

Carreira de modelo e padrão de mercado foi um dos principais temas da palestra / Fotografia Maira Alves

E não parou por aí , além de abordar temas pertinentes a sua trajetória , personalidade e sua profissão , Marianna convidou o querido e talentoso Alexandre Martins , produtor executivo das campanhas de publicidade e marketing das Lojas Leader Magazine , stylist e produtor de moda da “A produção” , uma das maiores produtoras de moda do país.

Formado em Designer de Moda , Alexandre Martins atua como Stylist e produtor de moda / Fotografia – Arquivo pessoal

Alexandre Martins tem em seu currículo parcerias com grandes marcas , estilistas e trabalhos com várias celebridades , como Paula Toller , Paolla Oliveira , Flávia Alessandra , Sergio Guizé , Larissa Manoela , os figurinos de Fernanda Rodrigues para o programa “Fazendo a festa” no canal GNT da rede Globosat de televisão , entre tantos outros famosos , além de ser o responsável por traduzir em imagens de moda , grandes campanhas das Lojas Leader Magazine. Alexandre abordou temas na carreira do produtor de moda , todas as demandas , comprometimentos e responsabilidades que a carreira exige , além de nos mostrar e contar um pouco sobre como é os bastidores das produções em que atua.

Alexandre Martins destaca alguns de seus trabalhos na produtora “A produção” / Fotografia – Maira Alves

Jonathan Lima , diretor da agência Arte&Show , se mostrou totalmente empolgado com a novidade e a oportunidade de poder oferecer um conteúdo de qualidade e conhecimentos apurados para seus alunos , modelos contratados e sua produção , que conta com uma equipe fantástica de profissionais que estão empenhados em todas as atividades da agência. A escola e agência oferece cursos livres de passarela e fotografia de moda para modelos , teatro entre outros. A agência fica localizada no Centro de Queimados na baixada fluminense.

Jonathan Lima e Etiene Araújo , Booker da agência entre os palestrantes / Fotografia – Maira Alves

” É uma imensa alegria poder viver este momento , eu só tenho a agradecer a oportunidade !”

Jonathan Lima

Os agradecimentos em especial aos palestrantes , amigos e colegas de profissão , com quem tive o privilégio de dividir backstage e a oportunidade de produzir este projeto com vocês , agradecimentos a equipe de produtores e funcionários da agência Arte&Show pela realização e pelo espaço para trocas de experiências e networking. A seguir , algumas fotos dos bastidores desta produção incrível:

Estilista Andrea Soares participa de desfile de moda solidário "Fazer o bem também" na Zona Norte do Rio de Janeiro

A estilista Andrea Soares , idealizadora da grife de moda praia “Andrea Carioca” participou da sétima edição do desfile de moda beneficente “Fazer o bem também” em dezembro de 2019 e se prepara para participar novamente da oitava edição do evento.

A grife de moda praia “Andrea Carioca” foi um dos grandes destaques do desfile de moda beneficente “Fazer o bem também” na edição de dezembro , que aconteceu lá no Espaço Z no Alto da Boa Vista. A estilista se prepara para começar o ano com novos projetos e mais um desfile para o currículo neste próximo sábado dia 18/01/2020. O desfile beneficente tem como intuito ajudar ONGS e pessoas carentes e vulnerabilidade social. A direção é por conta do produtor e assessor Jorge Knnwer , DGK Imagem e Triumphant Models . A apresentação ficou por conta de Luciana Oliveira e Waderson Ramos , além das presenças da Miss Rio De Janeiro Jéssica Nunes e o Top Model Gabriel Pereira.

” A minha história na indústria da moda começou quando eu tinha apenas 14 anos de idade … “

RELEMBRA A ESTILISTA SOBRE COMO FOI O COMEÇO DE SUA TRAJETÓRIA

Andrea , típica carioca da gema , moradora do bairro de Ramos , esbanja carisma , bom humor , simpatia e muitos sorrisos por onde passa. A estilista comenta e relembra sobre o início na profissão com apenas 14 anos de idade , relembra os tempos também em que foi funcionária de uma fábrica de roupas e hoje ela é proprietária e estilista de sua própria grife , a “Andrea Carioca” , com foco em moda praia e acessórios , também localizada no bairro de Ramos , Zona Norte do Rio de Janeiro. A estilista confirma que este ano será um ano repleto de novidades.

ANDREA SOARES E SUA FILHA ANDRESSA SOARES NO ESPAÇO Z / FOTOGRAFIA – JUNIOR PHILLIP

Na última edição do evento beneficente , a grife “Andrea Carioca” foi um dos destaques da noite entre outras marcas , lojistas e designers de moda. Acompanhada de sua filha Andressa Soares , sua mãe Marta Maria Soares e sua funcionária e assistente pessoal Zeni Honório , Andrea foi muito aplaudida , e o desfile de sua coleção rendeu muitos elogios , e foi um grande sucesso , causando frisson e aquele burburinho entre os convidados e backstage com sua coleção bem tropical e diversificada. A composição visual e a criatividade da estilista chamam a atenção para as estampas ousadas , modelagens diferenciadas e levando para a passarela as principais tendências para a moda praia neste verão de 2020 , como listras , biquínis e maiôs estilo retrô e monocromáticos , cintura alta , neon , animal print … enfim , as opções são únicas , leves , descontraídas e exclusivas. A produção de moda , styling e fotografia de moda para a grife neste desfile foram assinados por mim.

ANDREA SOARES E ZENI HONORATO , SUA AMIGA E ASSISTENTE PESSOAL / FOTOGRAFIA – JUNIOR PHILLIP

Andrea Soares e sua mamãe Marta Maria Soares.

Dany Freitas e Andrea Soares. A modelo new face gentilmente cedida pela produtora de moda Alexia Santos , diretora da Produtora Souza , foi destaque também no desfile da grife e é uma das grandes apostas no circuito fashion da cidade

Após o desfile , os modelos Ellen Pettit , André Belfort , Kamille Victória , Aline Wagner , Adelaide Lima , Vitor Hugo , Thaís Marques , Wallace Silva e Dany Freitas posaram para um ensaio da grife

Outro grande destaque deste desfile , foi a modelo Adelaide Lima , detentora de 7 faixas Plus Size , conquistadas em concursos de passarela desde ano 2018, incluindo o título e faixa de Diva Brasil Plus Size 2019. Adelaide foi cedida gentilmente pela agência Arte & Show para compor o time de estrelas deste desfile

Os destaques não param por aí. Aline Wagner , Miss Absoluta Plus Size 2019 , Diva Osvaldo Cruz e terceiro lugar no Miss Plus Size 2019 pela PB Produções , gentilmente cedida pela agência de moda e escola de modelos Arte & Show , levou charme e representatividade na passarela.

Gostou dos looks e das inspirações para este verão 2020 ? A grife moda praia “Andrea Carioca” fica na rua Teixeira Franco , número 27 em Ramos , Zona Norte do Rio de Janeiro , em frente ao SESC de Ramos. A loja abre as 10 horas e fecha as 19:00. Para maiores informações e vendas o telefone é (021)99353-4885. Confira a seguir alguns cliques do desfile na galeria .

CULTURA PEDE SOCORRO – Prefeitura do Rio não paga funcionários terceirizados desde outubro de 2019

A crise na prefeitura do Rio de Janeiro parece não ter fim em todas as secretarias existentes , e a novela com roteiro assustador na gestão do prefeito Marcelo Crivella ganha mais um triste capítulo. Funcionários terceirizados da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) estão sem receber seus ordenados desde outubro de 2019. Os profissionais que atuam em mais de 60 aparelhos espalhados pelo estado se quer receberam alguma explicação , notificação , pedido de desculpas ou posicionamento da prefeitura para os acertos até a presente data.

” Já não sabemos mais o que fazer , pois não recebemos explicações. Se faltarmos o trabalho , seremos exonerados , mas como arcar com as despesas com condução e alimentação se não recebemos nem mesmo o dinheiro para colocar comida dentro de casa para sobreviver ?”

COMENTA UM FUNCIONÁRIO QUE NÃO QUIS SER IDENTIFICADO
IMAGEM O GLOBO

O prefeito Marcelo Crivella que é detentor de uma taxa de 72% de reprovação entre os cariocas , segundo pesquisas divulgadas pelo Instituto de pesquisas Datafolha no mês passado , no ano final de seu mandato não conseguiu ajustar as contas publicas , não atua de forma transparente e proíbe jornalistas do Grupo Globo em acompanhar suas entrevistas.

As expectativas para o carnaval são grandes , a alguns dias o bispo licenciado , anunciou que o Carnaval de 2020 seria de 50 dias OFICIAIS , sendo que no ano de 2019 teve apenas 23 dias no calendário oficial. A alta temporada certamente irá atrair um bom número de turistas e foliões que certamente irão consumir os espaços e os aparelhos culturais da cidade , e não se sabe com o será o funcionamento de museus , teatros e centros culturais entre tantos outros lugares devido aos atrasos abusivos e sem respostas da prefeitura do Rio de Janeiro.

” Estamos de mãos atadas , minha família e tantas outras estão passando necessidades , não sei o que fazer e isso é muito triste … “

LAMENTA UM FUNCIONÁRIO QUE NÃO QUIS SER IDENTIFICADO

Desfile de moda e projeto solidário "Fazer o bem também" promove sua oitava edição

UM DOS EVENTOS DE MODA MAIS COMENTADOS E BADALADOS DO MOMENTO JÁ SE ENCONTRA EM SUA OITAVA EDIÇÃO , QUE ACONTECERÁ NESTE PRÓXIMO SÁBADO DIA 18/01/2020 , À PARTIR DAS 20 HORAS NA CASA DE FESTAS “ESPAÇO ZLOCALIZADA NO ALTO DA BOA VISTA.

OS MODELOS , ELLEN PETIT , ANDRÉ BELFORT , ALINE WAGNER , THAÍS MARQUES , WALLACE SILVA , DANY FREITAS , KAMILLE VICTÓRIA , ADELAIDE LIMA E VITOR HUGO POSAM PARA A GRIFE DE MODA PRAIA ANDREA CARIOCA NA EDIÇÃO DE DEZEMBRO / FOTOGRAFIA – JUNIOR PHILLIP

Em tempos de muitas adversidades e manchetes ruins que vemos por aí , seja pelas redes sociais ou nas páginas dos jornais , a notícia a seguir não poderia ser melhor , o evento solidário “Fazer o bem também” terá sua oitava edição , que será realizado no casa de festas Espaço Z no Alto da Boa Vista , dia 18/01/2020 à partir das 20 horas. O desfile de moda beneficente , promove uma conexão muito bacana com causas sociaiS , humanitárias e o Slow fashion. Promovendo a produção local de estilistas , designers , lojistas e uma moda mais ética , inclusiva e acessível. O evento conta com a presença de vários modelos do Rio de Janeiro que irão desfilar as coleções de 5 grifes cariocas já confirmadas para esta edição , entre elas a grife de moda praia Andrea Carioca. A apresentação do evento é por conta dos modelos Gabriel Pereira , Diogo Gomes e a Miss Rio de Janeiro Esthefane Sousa. Todos unidos em uma só proposta e um só pensamento , que é levar um pouco de dignidade , carinho , amor e afeto em prol de pessoas carentes e necessitadas , o evento já colaborou com 6 ONGS que estão nessa vibe solidária e de atenção com o próximo , arrecadando alimentos , fraldas e brinquedos.

Diogo Gomes , que já participou de várias edições desfilando , diz: “ É uma responsabilidade maior … Mas gosto de desafios . Vamos fazer desse desfile um dos maiores eventos solidários do Rio de Janeiro “ comenta o modelo que ressalta “ Essa é a marca do nosso povo . Ser solidário … Em tempos de crise conseguimos nos unir e ajudar quem mais precisa . Isso não tem preço “ completa Diogo Gomes .

“Trabalhamos duro para que o evento saia perfeito… São de detalhes que torna o desfile bom . Estamos na oitava edição mas já pensando na décima “. Comenta Gabriel Pereira apresentador e um dos produtores do evento .

OS MODELOS DIOGO GOMES , ESTHEFANE SOUSA E GABRIEL PEREIRA , IRÃO APRESENTAR O EVENTO

“ Toda essa ação é válida , ajudar , doar … É uma forma de agradecimento por tudo que a vida te deu de bom “

DECLARA A MISS RIO DE JANEIRO ESTHEFANE SOUSA

A associação “PENSANDO EM VOCÊ” que será contemplada nesta edição , tem como presidente Ricardo Silva , que já confirmou presença juntamente com a sua assistente pessoal Andressa Barros. O projeto sem cunho político e religioso , presta assistência a famílias carentes e em situação de risco financeiro e social e moradores de rua em todo o estado do Rio de Janeiro , e também promove apoio e assistência a pacientes com câncer e seus familiares , distribuindo cestas básicas , apadrinhando crianças e adolescentes em vulnerabilidade familiar e levando esperança e amor para quem precisa.

OS APRESENTADORES LUCIANA OLIVEIRA E WANDERSON RAMOS COM RICARDO SILVA , PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ” PENSANDO EM VOCÊ ” NA EDIÇÃO DE DEZEMBRO DO EVENTO / FOTOGRAFIA – JUNIOR PHILLIP
RICARDO SILVA , PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO “PENSANDO EM VOCÊ” / FOTOGRAFIA – JUNIOR PHILLIP

“Estaremos sempre quando alguém precisar de ajuda.”

Associação “Pensando em você”

A criançada abrirá o evento com um desfile especial . “ Faremos uma surpresa … cada um de nós vamos reverenciar o público com o que queremos para 2020. Vai ser bem legal” Conta a modelo Izza Silva de 11 anos .Já os pequeninos irão entrar na passarela com a Miss Rio de Janeiro. O modelo Jorge Neto vai para sua segunda experiência nas passarelas .“ Sempre quando eu sei que terá o evento já aviso a minha mãe para participarmos . Gosto de ajudar ao próximo “ . Diz o jovem modelo de 11 anos .

ASSESSORIA DGK IMAGEM

Anfitrião do evento , o assessor Jorge knnawer, comenta a dificuldade em realizar um desfile solidário . “ Esse evento é feito pelos modelos , lojistas , mães de modelos … Enfim . É um desfile solidário , que lança novos talentos além de ajudar o próximo “ comenta Jorge knnawer.

E aí ? Se interessou? Bacana não é mesmo ?Quer fazer a sua doação ou somente prestigiar o evento solidário? Aproveite e garanta já o seu ingresso . Só entrar em contato com o assessor e produtor Jorge Knnwer pelo telefone (021)99340-6249

Tendências deste verão 2020 – Editorial de moda

Cores vibrantes , neon e animal print se destacam neste editorial de moda com as principais tendências deste verão 2020

Ahhh o verão … época de praia , piscina , clubes … de tomar aquele sorvete delicioso, encontrar os amigos , aproveitar o que há de melhor pela cidade e até mesmo fazer aquele passeio pela orla marítima. As variadas opções para aproveitar o sol já podem ser consideradas as melhores sugestões para aproveitar a estação em tom mais refrescante. E hoje na estréia deste blog que estou começando venho trazer para vocês este editorial de moda incrível que foi realizado em parceria com a agência de moda Arte & Show , onde eu assino a direção de moda e styling deste projeto de comunicação de moda . As dicas e opções de looks foram pensados e criados para a moda praia e urbana que estamos acostumados a ver pelas ruas da cidade maravilhosa e em geral nas ruas de todo o país. O animal print é a tendência predominante neste shooting , peça chave e atemporal em qualquer guarda-roupas , seja no look feminino ou masculino as opções são ótimas , flexíveis e podem ser usadas sem medo neste verão 2020.

E sabem quem foi literalmente a nossa testemunha ocular durante este trabalho ? A princesinha do mar , a praia e as ruas de Copacabana , criando um cenário para o frescor e looks perfeitos para estação mais calorosa deste país.

MAKING OF , EDITORIAL SOL , CÉU E MAR – TENDÊNCIAS VERÃO 2020

Então anota ai as principais tendências deste editorial para você arrasar na sua produção :

  • tecidos fluídos e shapes alongados
  • acessórios de palha
  • neon
  • neo mint
  • artesanal luxuoso
  • top cropped
  • alfaiataria
  • Animal print
  • tom sobre tom
  • mix de estampas
  • rendas
  • franjas e plumas
  • sandálias de tiras
  • mom jeans
  • acid wash jeans

O charme da blusa ciganinha de manguinhas bem soltinhas em animal print , o short mom jeans deixam o look causal , podendo ser usado em diferentes ocasiões. Detalhe para os brincos artesanais que também está em alta nesta estação.

O clássico biquíni que todas amam e ítem essencial de qualquer closet feminino , detalhe para a cor verde limão neste modelo em neon

As saídas de praia com maxi estampas também vem com tudo. As peças são bem fluidas no estilo camisão , detalhe em animal print trás sofisticação na composição visual

Calça legging também em animal print , se encontra em variadas cores , pode ser usada com com blusas bem leves e soltinhas , detalhes nos acessórios artesanais , feito com miçangas e brincos também no estilo animal print

O clássico chapéu de palha nunca sai de moda e a saída de praia em tricot trazem leveza a produção , detalhe no biquíni em neon com listras e acessórios artesanais trazem primor e romantismo

E por falar em acessórios , olha que charme o colar feito em madeira artesanal, um estilo único das praias de todo o país

Para os homens o estilo alfaiataria com blusões de listras e bermudas jeans em tons ácidos deixam o look em perfeita sintonia neste verão

A clássica bermudinha jeans de tecido com cadarço , nunca sai de moda , detalhe na cor rosa bem vibrante em tom pastel

Mix de estampas nas camisas leves , bermuda jeans acid washed no estilo destroyed com o clássico All Star branco é a composição perfeita para os dias ensolarados e para encontrar a galera para o happy hour . Pulseiras e colares de variados estilos estão liberados também

A clássica sunga de praia branca com detalhes de viés bem discretos

Cropped em animal print, outra tendência de 2019 que ainda está em alta é a calça clochard cós alto e rasteirinhas bem leves para compor este look urbano com uma pegada clássica para diferentes ocasiões

O brinco de dente de sabre em marfim , deixa a composição mais sofisticada e bem inserida na tendência animal print

Maiô neon , blusões bem leves e chapéu de palha neste shooting

Cropped em animal print , calça de cós alto bem larguinhas e sapatos altos estilo plataforma trazem sofisticação ao look ultra fashion

Os óculos de sol estilo anos 70 e em modelos esportivos são a aposta deste verão segundo a revista VOGUE

Para quem quer ousar , as modelagens de maiôs que marcam bem a silhueta é uma ótima opçao , blusas estilo neo mint é outro boom do momento , detalhe para outro queridinho deste verão são as viseiras em neon

Clássica e fashion em qualquer hora do dia , a blusa com manguinhas bufantes e moon jeans é uma ótima opção para quem quer menos ousadia mas não abre mão de estar por dentro das tendências da estação

Maxi acessórios trazem a sofisticação do look mais casual

Biquíni neon rosa com listras , detalhes para os brincos artesanais que está em alta

Vestidos de tecidos bem leves e ajustados no corpo e maxi acessórios te deixam bem diva a qualquer hora do dia , seja na praia , no trabalho ou no passeio pela cidade

Biquíni com a cintura no lugar e ajustável ao corpo deixa a produção mais leve e mais elaborada

Macacão em animal print bem decotado na parte das costas , ousado e atemporal . Detalhe nos brincos de pedraria bem elaborados

Ousada porém romântica , a perfeita combinação do biquíni em animal print com a saída de praia feita em tricot

E quem disse que homem não pode usar peças em animal print ? A t-shirt básica com o jeans acid washed no estilo destroyed

Sunga de praia com uma modelagem mais tradicional e em cores vibrantes

T-shirt com estampas listradas e abstrata e bermuda bege em tecido , a cor faz parte da cartela de cores deste verão ensolarado

T-shirt em neon e bermuda bege em tom claro deixa o look fashion e clássico ao mesmo tempo , detalhe para a lindíssima cordinhas de óculos

Backstage : Direção geral – Jonathan Lima Direção de estilo e styling feitos por mim Produção de moda – Jonathan Lima Fotografia de moda – Daniel Machado Booker : Etiene Araujo Modelos – Carol Almeida , Jeniffer Machado , Cristiano Marques , Junior Alves , Júlia Hott , Talita Vitória , Kassia Amaral , Adelaide Lima , Mariana Moura , Igor Kuchenbecker e Jonathan Lima.

Os cliques deste editorial de moda foram feitos em parceria com a agência de moda Arte & Show , localizada na Av. Olímpia Silva , número 501 , Queimados , Centro. Telefones de contato: (021)99329-7148 ou (021)97291-4090

Vamos falar sobre moda ? Mas … afinal ? O que é moda ?

Moda : Substantivo feminino

  1. 1.conjunto de opiniões, gostos, assim como modos de agir, viver e sentir coletivos.”m. masculina”
  2. 2.abs. o uso de novos tecidos, cores, matérias-primas etc. sugeridos para a indumentária humana por costureiros e figurinistas de renome.”a m. outono-inve

MODA E SUAS DEFINIÇÕES

Moda, comportamento de uma dada época histórica. É um sinônimo de “costume“. A palavra provém do termo latino modus,[1] através do francês mode. Em sentido estrito, porém, “moda” costuma se referir especificamente aos diversos estilos de vestuário que prevalecem numa dada sociedade numa dada época histórica.[2]

“Seguindo a moda” (1794), caricatura de James Gillray mostrando uma figura com o vestido curto então em voga, contrastando-a com uma imitadora, que não ficou tão bem.

Para criar estilo, os figurinistas utilizam-se de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.

A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade – usos, hábitos e costumes – em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.

A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia a dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um esqueitista e de um pop star, nas passarelas. A cada dia que passa, o mundo da moda vem se superando e surpreendendo as pessoas, com cores vivas, tendências novas, cortes inusitados e inovadores. A moda proporciona, aos que a seguem, uma inspiração sempre inovadora e ousada.

Moda nos anos 1980

Convém ressaltar que, deixando de lado a tendência etnocêntrica, a qual ainda hoje é preponderante, devemos ter clareza de que a moda, enquanto fenômeno, só se tornou “universal” em meados do século XIX, com o advento da crinolina. Até então, cada povo possuía sua própria maneira de se vestir e ornamentar, de maneira que conviviam diversas manifestações e estilos numa mesma época.

Mesmo hoje no tempo em que vivemos, na fase da globalização, não se pode esquecer que o mundo muçulmano se constitui num universo à parte, onde a burca e o chador ainda são amplamente utilizados, e que populações inteiras, como a maior parte da Índia e as comunidades indígenasbosquímanas e aborígenes australianas, por exemplo, estão apartadas da dita moda mundial.

A nudez original – contextualização

Antes de nos determos em explanar sobre o vestuário, devemos – até por uma questão cronológica – dissertar brevemente sobre a nudez, já que esta se constitui, ainda que de forma involuntária, no primeiro modismo.

Dentre as várias formas de nudez que a humanidade experimentou (a nudez como contingência da natureza, a nudez como realização do ideal do belo, a nudez como forma de protesto etc.) podemos facilmente diferenciar as suas primeiras expressões: “A nudez dos indígenas ou dos homens das cavernas nada tem em comum com a nudez dos gregos e romanos. No primeiro caso, trata-se de uma contingência imposta pelas condições materiais de vida e adaptação ao meio ambiente, enquanto no segundo caso trata-se de uma solução da ordem da estética, com amplo lastro da filosofia e da doutrina moral então dominante.”

Um bom filme para ilustrar o período das primeiras incursões do homem primitivo no período das cavernas é A Guerra do Fogo, de 1981. Ainda que os produtores estadunidenses não ousem expor as personagens da tribo nuas – como de fato elas deveriam estar -, as vestimentas da outra tribo mantêm alguma ligação com a realidade, como tem demonstrado a arqueologia.

A “nudez” dos indígenas sul-americanos e dos aborígenes

Indígenas do Pará, ainda sem contato regular com o homem branco, 1894.

Se considerarmos os seus ornamentos corporais como vestuário, os indígenas sul-americanos e aborígenes australianos não estão realmente nus, pois utilizam-se – em doses fartas – de cores e de texturas em sua pintura corporalcocarescintosbrincos e outros adornos.

Os “adereços” utilizados visam a se constituir em atrativo e apelo erótico em relação ao sexo oposto, tendo, também, função religiosa (ritual) ou social (sendo usadas em danças e eventos de socialização da tribo).

O que fez com que o colonizador europeu julgasse que esses povos estivessem nus foi o fato de que eles não têm, via de regra, nenhuma preocupação em ocultar a genitália. Pelo contrário, várias tribos a valorizam, através do uso de uma espécie de “estojo” peniano, ou então, tanto homens quanto mulheres, depilam-se e utilizam adereços coloridos para valorizar a região pubiana.

Para ilustrar o choque cultural que se produziu do encontro entre brancos (europeus) e indígenas, sugerimos dois filmes, que estão entre as melhores produções do cinema do BrasilComo Era Gostoso o Meu Francês, de 1970, e Hans Staden, de 1999. Em ambos os filmes, entramos em contato com a maneira de “vestir” (adornar) dos tupinambás, um universo colorido engendrado pela fauna e flora tropicais, tão ricas em pigmentos (como o urucum), fibras (como a juta) e materiais diversos para a confecção de adornos e adereços (como as coloridas penas de araras e de tucanos).

As vestes dos indígenas da América do Norte, Incas, Maias e Astecas

Ao contrário dos povos indígenas sul-americanos, os indígenas da América do Norte sempre utilizaram roupas, no sentido contemporâneo do termo, apesar de também utilizarem cocares e outros adereços.

O uso de vestimentas “tradicionais” (para nossos padrões, ocidentais e cristãos) deve-se em parte ao clima temperado e em parte à proximidade em relação a duas grandes e antigas civilizações: os Maias e os Astecas.

O filme O Homem chamado Cavalo, de 1970, é muito preciso na recriação das roupas dos índios Sioux e Crow.[3] Tal como nos filmes brasileiros, citados no tópico anterior, o filme mostra o choque entre duas culturas distintas (e por vezes antagônicas) e a possibilidade de adaptação individual ou de síntese cultural.

As três grandes civilizações da América Pré-Colombiana (Incas, Maias e Astecas) possuíam em comum o gosto pelas vestes elaboradas (tais como túnicas, mantos e capas), a tecelagem bastante desenvolvida (no caso específico dos Incas, utilizando-se inclusive da lã das lhamas e vicunhas) e o fato dos trajes mais vistosos e coloridos serem destinados aos homens, bem como brincos, bandanas, pulseiras e demais ornamentos. As vestes femininas eram geralmente monocromáticas e de corte reto.[4]

Os quíchuas e aimarás, na América do Sul, preservam ainda hoje muitos dos hábitos dos antigos incas.

Na antiguidade

Como vimos, já no final da Pré-história os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status. As pessoas achavam que usar peles de animais estava na moda, cada vez se via mais.

Esta tendência foi sendo suplantada pelo uso de fibras naturais como o linho e o algodão no Egito e a seda na China. Na Antiguidade Oriental as vestes passaram a ser usadas para diferenciação social: as diferentes castas na Índia usavam cores e padronagens diferentes, no Egito a veste do camponês era apenas um perissoma (espécie de “fralda”) feito de algodão enquanto os sacerdotes e guerreiros usavam túnicas elaboradas e vários adornos e, desta maneira, foram surgindo nas sociedades orientais várias formas de indumentária e ornamentos, para que as pessoas pudessem ser facilmente identificadas, em relação ao papel que desempenhavam.

Cerimônia do “abrir a boca”, do Livro dos Mortos.

Os gregos, com o culto ao belo e o seu ideal de Paideia, que consistia no pressuposto de que “uma mente sã habita um corpo saudável” (que os romanos traduziram por “mens sana in corpore sano”), desprezavam as vestimentas. Os jovens do sexo masculino andavam nus a maior parte do tempo – conforme podemos perceber ao analisar a estatuária e pintura grega – mas tinham sempre uma espécie de manto ou capa ao ombro, para solenidades cívicas ou para o interior das habitações.

Como as mulheres eram desvalorizadas, passando a maior parte do tempo reclusas no gineceu, elas normalmente são representadas vestidas, com o “peplos” jônico (Atenas) ou o “chiton” (ou quíton) dórico (Esparta). É facilmente perceptível a diferença na representação masculina e feminina ao analisarmos os padrões de Kouros e Kore.

Com o helenismo, e a expansão das letras e das artes gregas por toda a bacia do Mediterrâneo, as várias culturas se mesclam ocasionando uma mudança nas formas de representação. No bojo da síntese formal helenística começam a aparecer, pela primeira vez, mulheres representadas nuas, como é o caso da famosa Vênus de Milo.

Afresco de Pompeia, representando um jovem.

Em Roma, profundamente mais democrática em relação ao gênero do que a Grécia, as mulheres não apenas participam da vida cultural, como também das solenidades cívicas. Há inúmeros exemplos na estatuária romana de elaborados penteados e suntuosas vestes que identificavam as mulheres patrícias.

Aos homens da classe senatorial (senadores, magistrados, tribunos) era permitido o uso da toga, a qual ainda hoje é usada pelos juízes.

Os plebeus, tanto homens quanto mulheres, usavam trajes semelhantes aos patrícios (sendo vetado apenas o uso da toga) mas não usavam ornamentos indicativos de alta condição social, como os diademasanéis e demais ornamentos.

No período bizantino, onde o cristianismo já era a religião oficial do Estado, proscreveu-se a nudez e as roupas tornaram-se nitidamente mais amplas e mais longas, sendo que foram estas as vestimentas que deram origem aos hábitos dos monges e freiras e às batinas dos padres. Dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, chamada “púrpura”, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.

Corte do Imperador Justiniano, retratada em mosaico de Ravena.

Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com ureia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.[5] Os camponeses usavam, ainda, tons crus, o ocre e o terra.

Facilmente encontramos, em qualquer compêndio de química, como produzir a cor azul através da ureia:

As grandes civilizações do extremo orienteÍndiaChina e Japão desenvolveram estilos e modismos próprios, extremamente diferenciados, sendo que a principal inovação foi no campo das texturas, pelo uso da seda, e do tingimento.

A moda na Idade Média

No início da Idade Média, isto é, na Alta Idade Média, as invasões bárbaras levaram ao isolamento e à vida nos feudos, desagregando as cidades e praticamente extinguindo o comércio em toda a Europa.

Dentro destas condições, as vestimentas passaram a ser produzidas artesanalmente, com fibras naturais e em cores cruas, tornando-se raras e exclusivas, apesar de extremamente básicas. A forma se assemelhava às bizantinas e a elite, formada pelos guerreiros e sacerdotes, se distinguia dos camponeses também através da vestimenta, a qual era colorida (normalmente vermelho ou verde). As roupas eram confecionadas em casa, evoluindo das túnicas merovíngias (de comprimento até a altura dos joelhos, bordadas nas pontas e amarradas por cintos) até as ricas vestes da época carolíngia, com enfeites de brocado.

Com o passar do tempo, os camponeses começaram a tingir tecidos em tom azul, pois este é facilmente conseguido através da ureia.

A partir do século X, com o final das invasões e o renascimento comercial e urbano, houve a formação das corporações de ofício, dentre elas as dos tecelões e dos tintureiros, criando uma maior variedade, ou seja aumentando a quantidade e a qualidade das roupas.

Com o desenvolvimento das cidades e a reorganização da vida das cortes, a aproximação das pessoas na área urbana levou ao desejo de imitar. Enriquecidos pelo comércio, os burgueses passaram a copiar as roupas dos nobres. Ao tentarem variar suas roupas, para diferenciar-se dos burgueses, os nobres inventavam algo novo e assim por diante.

Em termos de indumentária, também podemos falar do românico e do gótico enquanto estilos válidos.

Enquanto a Europa Ocidental variou as formas de vestuário, como vimos, em contrapartida, a cultura oriental bizantina se manteve atrelada ao seu próprio estilo.

Com o Renascimento, existe a tentativa de copiar os trajes romanos da época imperial mas, devido às contingências impostas pela época, o que as guildas acabam por fazer é uma releitura da indumentária clássica, adaptando-a à moral cristã então vigente, ao clima (sensivelmente mais frio do que havia sido na época romana[6]) e aos recursos materiais e técnicos de que então se dispunha.

Os camponeses, alheios à moda e aos modismos, continuaram a se vestir mais ou menos da mesma forma até meados do século XIX.

A moda na Idade Moderna

Madame de Pompadour. Exemplo de elegância no Antigo Regime.

idade moderna é a época que vai do século XV ao XVIII. É a chamada “Época das Grandes Navegações”, período em que a América foi descoberta e a noção de um mundo em forma de quadrado do Medievo foi abandonada…

No início da Idade Moderna, há uma preferência nas cortes europeias pelo vermelho, as roupas mais refinadas levavam esta cor. O metódo de tingimento utilizava o pau-brasil, extraído em larga escala no Brasil para atender a este modismo. Podemos citar A Rainha Margot, filme francês de 1994, com Isabelle Adjani no papel título, dirigida por Patrice Chéreau: logo na primeira cena (o casamento de Margot com Henrique de Bourbon, interpretado por Daniel Auteuil) Margot está usando um modelo maravilhoso, vermelho, de cetim, com uma gola alta e larga de renda a lhe emoldurar o rosto; sua mãe, Catarina de Médicis (vivida por Virna Lisi), também usa um modelo suntuoso, ao qual não falta nem mesmo o véu. Durante o filme, vemos desfilar brocados (como no modelo magnífico, que ela usa para ir às ruas, travestida em prostituta), rendas e sedas, em modelos ora com ousados decotes, ora com golas altas, inspiradas nos retratos de RubensRembrandtVelásquez e Frans Hals.

As mulheres normalmente usavam corpetes ditos de madeira, mas era revestido em somente uma parte. E os saiotes com estruturas de ferro.

Ambientando na mesma fase histórica (época da chamada Revolução na Cristandade), Elizabeth, filme inglês de 1998, também traz vários exemplares retirados das imagens deixadas pelos grandes mestres da pintura da época, apenas que, por ser britânico, faz alusões também a Hans Holbein, pintor oficial da corte de Henrique VIII, pai de Elizabeth. São vestidos em tecidos “encorpados” e brilhantes, em tons de vermelho,amarelo e verde, com o chamado ventre de corsa: o corpete acabando em bico na parte dianteira e a saia se abrindo volumosa para os lados. Os homens usam as calças curtas (na altura dos joelhos) e bufantes e uma espécie de “enchimento” para realçar a genitália (moda lançada na época de Henrique VIII, o qual gostaria de passar à posteridade como um rei viril). O figurino e os cenários da cena de coroação foram inspirados em uma pintura da coroação da verdadeira rainha Elizabeth I.[7]

Também recorrendo à obra de um grande mestre do período (desta vez Vermeer) foi lançado em 2003, pelo Reino Unido e LuxemburgoMoça com Brinco de Pérola. Desta vez, vemos não apenas as roupagens suntuosas dos aristocratas e o interior dos palácios, mas também burgueses (que se vestem com roupas que afetam a forma geral dos trajes aristocráticos, mas são feitos com material de qualidade inferior) e pessoas do povo (alheios à moda, vestindo-se ainda como na época medieval).

No final da idade moderna, temos um grande personagem histórico que marca a moda: Luís XIV. Sua contribuição se dá basicamente pelo uso de salto alto, algo inovador. Nesta época também é notável a presença de perucas, babados, o estilo rococó aliado ao vestuário.[8]

Revivendo o luxo, o requinte e o glamour de Versailles, os Estados Unidos lançaram, em 2006, o filme Maria Antonieta. Trata-se de uma alegada “biografia mais humanizada” da última rainha da França no Antigo Regime. Este filme é interessante de ser citado pois a Idade Moderna se encerra oficialmente com a Revolução Francesa de 1789, em virtude da qual Maria Antonieta perde a cabeça na guilhotina. Antes porém que sua real cabecinha vá parar em um cesto, ela desfila vários penteados extremamente altos (que a cultura lusitana costuma apelidar de ninhos de ratos), joias e vestidos, em geral estampados, em seda ou brocado.

A partir do século XVIII, com a chamada Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, a Moda deixa o seu caráter artístico/artesanal de lado e passa a ser também inserida na rede engendrada pelo Mercado.

A moda no século XIX

Evolução da Moda Feminina, de 1794 a 1887.

O século se inicia com a emulação do Império Romano por parte da corte de Napoleão Bonaparte, o qual se faz inclusive coroar Imperador pelo papa Pio VII em 1805. Dentro do clima generalizado de revival, a moda desempenha o seu papel ao livrar as mulheres, de uma só vez, dos espartilhosanáguas, armações para saias e anquinhas: era o “Estilo Império“.

Com a derrota definitiva de Napoleão, o Congresso de Viena e as várias restaurações monárquicas dele advindas, há um anseio pela “volta à ordem” e a década de 1830 adotará um perfil mais romântico, com saias mais amplas e grandes mangas bufantes, embora o comprimento das saias ainda fosse ligeiramente mais curto.

Na década seguinte, a tendência romântica se consagra e a silhueta feminina vai afetando a forma de um sino, ou uma flor invertida, o foi consagrado com o advento da crinolina.

As crinolinas marcam o momento em que surge a indústria da moda propriamente dita, sendo este o primeiro modismo que poderíamos chamar de “universal”: foram usadas de 1852 a 1870, em lugares tão diversos quanto a Nova Zelândia (assistam ao clássico filme O piano e vejam a protagonista fazer uma tenda com a sua anágua crinolina, sob a qual pernoitam ela e a filha) e o Brasil (assistam Mauá – O Imperador e o Rei e vejam May, interpretada por Malu Mader, entreter-se em girar a sua crinolina), a França e o México, os Estados Unidos (basta assistir ao clássico E o vento levou e ver o quanto as crinolinas marcam o estilo do sul dos Estados Unidos) e as colônias europeias da África e Ásia, conforme retratadas no clássico O rei e eu por exemplo.

Podemos aludir a uma anedota, que Gilda de Mello e Souza[9] alude apenas por alto, que explica o surgimento das crinolinas e demonstra a ligação destas com a indústria: Napoleão III, sobrinho de Napoleão Bonaparte, governou a França de 1848 a 1852 como presidente da República e de 1852 a 1870 como imperador. Ele era casado com a belíssima nobre espanhola Eugênia de Montijo, mulher de sangue quente e que detestava o desconforto produzido pelas 9 anáguas engomadas que eram usadas para armar as saias na corte.

Estilos de moda em 1822.

Havia uma fábrica de espetos, em processo de falência, chamada Peugeot. Um belo dia de julho de 1854, a fábrica recebeu a ilustre visita da imperatriz que lhes trouxe um desenho seu de uma espécie de gaiola feita de finíssimos aros de arame de aço e que, desde então, tornaria a indumentária feminina muito mais leve e mais arejada, a crinolina.

A Peugeot foi salva da falência (após 1870, ela passou a produzir guarda-chuvas, depois bicicletas até chegar aos automóveis), a França tornou-se líder mundial incontestada no universo da moda e o nome da bela Eugênia passou a estar associado, para todo o sempre, às maisons de alta costura.

Em 1870, com a derrota de Luís Napoleão Bonaparte (Napoleão III) na Guerra Franco-Prussiana, a Terceira República Francesa adota o estilo “princesa” e, a partir de 1880, vemos se repetirem, até o final do século, tendências e estilos esboçados em momentos anteriores. as crinolinas caíram em descrédito, sendo substituídas pelas tournures (“anquinhas”) que armavam apenas a parte traseira das saias e vestidos. Estas, foram usadas até o final da década de 1880.

A virada do século

A década de 1890 reviveu a de 1830 e a moda do século XX, até o final da Primeira Guerra Mundial, em nada se diferenciou da moda do século XIX.

A moda nos anos 1920

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.

Moda de 1925.

Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.

Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.

silhueta dos anos 1920 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston – dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, à la garçonne, como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.

sociedade dos anos 1920, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.

Em 1927Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres – um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capasblazerscardigãscolares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década, Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso. Outro nome importante foi Jean Patou, estilista francês que se destacou na linha esportiva, criando coleções inteiras para a estrela do tênis Suzanne Lenglen, que as usava dentro e fora das quadras. Suas roupas de banho também revolucionaram a moda praia. Patou também criava roupas para atrizes famosas.

Décadas de 1930 e de 1940

Toda a euforia dos “felizes anos 1920” acabou no dia 29 de outubro de 1929, quando a Bolsa de Valores de Nova York registrou a maior baixa de sua história. De um dia para o outro, os investidores perderam tudo, afetando toda a economia dos Estados Unidos e, consequentemente, do resto do mundo. Os anos seguintes ficaram conhecidos como a Grande Depressão, marcados por falênciasdesemprego e desespero.

No plano político, a recessão econômica levou ao conservadorismo e à ascensão de líderes totalitáriosHitler na Alemanha, Mussolini na Itália, Salazar em Portugal, Franco na Espanha, Stalin na União Soviética e Getúlio Vargas no Brasil.

A reboque, a moda viu-se forçada a uma “volta à ordem”. Após os “loucos anos 1920”, a década seguinte vê os vestidos voltarem aos calcanhares, os decotes diminuírem e os sapatos quase se tornarem as “botinhas” de 1900.

Os homens ganharam ternos desestruturados, normalmente de linho, de ombros estreitos e calças mais curtas e mais justas.

Um bom filme a ser assistido, para quem desejar ver ilustrada com precisão a mudança de paradigmas estéticos da década de 1920 para a de 1930, é Tomates Verdes Fritos, filme estadunidense de 1991 que retrata, com extrema sensibilidade, o período. Aos poucos, vemos os vestidos vaporosos darem lugar aos mais “pesados” (e mais fechados), os sapatos de saltos altos com pulseirinha no tornozelo serem substituídos pelos mais baixos e bem fechados, como “botinhas”, e os cabelos curtos à garçonne darem lugar aos longos, presos em coque na nuca.

Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o guarda-roupa, tanto masculino quanto feminino, ganha formas e cores militares: os ombros se agigantam (o “poder”), a cintura se estreita e as cores tendem para o sépia, o bege e o verde-musgo. Carmen Miranda lança a moda das plataformas e arrebanha adeptas em todo o mundo.

A moda dos anos 1940 foi esplendidamente compilada nos figurinos de filmes como Casablanca, de 1942 e Gilda, de 1946.

Década de 1950

O fim da Segunda Guerra e a emergência dos Estados Unidos como líderes incontestes do mundo ocidental levaram a uma onda de otimismo sem precedentes.

É a época de ouro das multinacionais, de Hollywood e da moda made in USA: no caso, o new look, criado por Christian Dior mas repaginado e divulgado por centenas de filmes de divas como Marilyn Monroe e Jane Russell. Por um curto espaço de tempo, a Argentina também terá a sua diva, na figura da primeira-dama, Eva Perón.

As saias são amplas, em godê guarda-chuva ou balonê, revivendo, um pouco, a época das crinolinas. Os tecidos brilhantes e “encorpados”, como o tafetá e o cetim, convivem com o crepe de seda, o tule e o jersey. O bolerinho volta a ser usado, bem como o redingote.

Na moda masculina, a tendência são os topetes, as calças com pregas, a risca-de-giz e os sapatos com a ponta afilada. Os jovens mais ousados imitam James Dean e Marlon Brando, passando a usar gibão de couro, camiseta branca e calça de brim, a qual ainda não é chamada jeans.

Além dos próprios filmes da época, como Os Homens Preferem as Loiras e Como agarrar um milionário de 1953, O pecado mora ao lado e Ladrão de casaca de 1955, O Sorriso de Mona Lisa, de 2003 é um bom filme para analisarmos as modas e os modos da alta burguesia do nordeste dos Estados Unidos (Nova Inglaterra) entre os anos de 1953 e 1954: estão em pleno uso os sutiãs de bojo, as cintas e modeladores, as saias godê em várias padronagens, bem como o “duplo padrão de moralidade” (onde, a exemplo do que acontecia no Brasil Colônia,[10] ao homem tudo era permitido, em se tratando de sexo e sexualidade, e, à mulher “de família”, tudo era ocultado, tolhido e negado) e a “hipocrisia social” (onde todos fazem “vistas grossas” aos “pecadilhos” dos bem nascidos, mas não perdoam nem mesmo o menor deslize dos subalternos) tão característica daquela forma de sociedade.

Décadas de 1960 e 1970

Evolução esquemática da moda do início do século XX à década de 1960.

No seu viés elegante, a década de 1960 foi marcada pelo uso do scarpin, algumas vezes com salto carretel, e o “tubinho”, de corte reto, clássico legado de Madame Chanel, com comprimento acima do joelho. Os cabelos eram usados no corte/penteado “gatinha”, mesma denominação dada aos óculos de forma amendoada e com os cantos exteriores proeminentes.

Os homens usaram (pouco) o terno bem cortado, de modelagem definida mas sem exageros e (muito) a calça jeans (já conhecida por este nome) e a camiseta. Os topetes continuaram em alta.

No viés “rebelde” ou “revolucionário”, tivemos o movimento hippie.

Hippies.

Os hippies veiculavam a consígnia “paz e amor“, lemas da época. Usavam roupas de cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o BrasilChile e França.

maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar. Nessa área, Mary Quant inovou ao criar novos modelos de embalagens, com caixas e estojos pretos, que vinham com lápis, pó, batom e pincel.

As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.

Nos anos 1970, o Movimento hippie foi absorvido pela mídia e passou a ser “mais uma tendência”, nas batinhas indianas, tecidos florais (a chita voltou com tudo) e bijuterias falsamente artesanais. Usou-se a “boca-de-sino” e a “pata de elefante”, que eram calças com as pernas muito largas, e o tropicalismo trouxe de volta as plataformas (agora usadas para ambos os sexos) e os turbantes e “balangandãs” de Carmen Miranda. Usaram-se combinações de cores bastante insólitas, como o roxo com laranja e o verde com roxo.

A partir de 1975, com a onda “disco” e o surgimento das danceterias, que na época se chamavam discotecas, voltaram as sandálias de salto agulha (agora usadas com meias curtas e coloridas de lurex) e a saia “evasê”. Surgiu a “frente-única” e o vestido de “lastex”. O cabelo black power era a sensação do momento.

Foi na década de 1970, em Berlim, que surgiu o Movimento Punk, que marcou profunda e decisivamente a moda, a música e o comportamento. Grande expoente deste movimento foi a ex-cantora de óperaNina Hagen.

Hair – Moda e Modismos Hippies

Músicos Hippies, com seus longos

Anos 1980 e 1990

Os anos 1980 e 1990 constituíram-se num revival de várias épocas passadas:

  • O vestido de noiva de lady Diana, cujo casamento foi assistido ao vivo, via satélite, por milhões de pessoas ao redor do mundo, foi um “lançamento oficial” do estilo chamado de “New Romantic”, o qual usou e abusou dos babados, laços, fitas e rendas.
  • Todo o figurino do filme futurista Blade Runner: o caçador de androides, de 1982, trazia os ombros ultraestruturados e os terninhos em estilo militar da década de 1940 (o “poder”).
  • Nestes anos, Meryl Streep estrelou três filmes de época, sendo dois consecutivamente: A mulher do tenente francês em 1981 e A escolha de Sofia em 1982. Ainda na onda revival, estrelou também Entre dois amores em 1985.
  • O filme italiano La Chiave (A Chave), de 1983, dirigido por Tinto Brass, que trazia Stefania Sandrelli no papel principal, revive, de maneira nostálgica, a elegância da Itália no início do fascismo.
  • Os filmes De volta para o futuro,[11] de 1985 e Dirty Dancing-ritmo quente, de 1987, traziam, de volta, o glamour dos anos 1950. Estes filmes alavancaram a volta das saias godê guarda-chuva e balonê, do tafetá e do crepe de seda, além dos famosos bolerinhos (espécie de casaquinhos curtos, em geral com meia manga, ou manga três quartos).
  • Em Peggy Sue: seu passado a espera, de 1986, dirigido por Francis Ford CoppolaKathleen Turner retorna a 1960, tendo a chance de modificar o seu futuro, ao decidir se deveria se casar ou não com Nicolas Cage, de quem ela está se divorciando em 1985. O vestido de noiva de Peggy Sue, um clássico, trouxe, de volta, a moda noiva de 1960.
  • Também de 1986, Veludo Azul, de David Lynch, utilizando-se de música homônima de Bobby Vinton para compor o título, tem evidentes ligações com a moda. A personagem principal, uma cantora de salão mantida prisioneira por um psicopata, usa modelos clássicos e glamurosos da década de 1950, inclusive um tomara que caia em veludo azul, o qual confirma a tendência geral da época.
  • O clássico …E o vento levou, de 1939, foi relançado em versão restaurada. Houve um seriado televisivo, Scarlet, lançado nesta época, que se propunha a ser a continuação da história. Ambos os eventos reforçaram a tendência geral às saias rodadas e mais volumosas, aos babados e aos bolerinhos.
  • Para o videoclipe da música Material Girl, a pop star Madonna realizou uma releitura de Marilyn Monroe cantando “Diamonds are a Girl’s best friends” em Os Homens Preferem as Loiras, de 1953. O tomara que caia ajustado ao corpo, de cetim foi bastante copiado.[12]
  • Nos anos 1980, eram comuns “festas dos anos 1950” ou “festas dos anos 1960”, com muito twist e rock and roll, dando origem a várias bandas nacionais, como a Blitz. Já nos anos 1990, a febre foram as “festas dos anos 1970”, com muito colorido, preponderando o laranja e o roxo e ressurgimento do New Wave.

Início do século XXI

Desfile de moda do Nordstrom Fashion Week, nos Estados Unidos.

No início do século XXI, a moda parece marcada por duas máximas: “nada se cria, tudo se copia” e “a moda vai e vem”.

Dentro do paradigma estético adotado, vem crescendo a tendência à customização e à reciclagem de materiais, buscando o desenvolvimento sustentável, também no campo da moda.

Para não dizer que não há novidades, existem ainda vários movimentos da juventude, como a estética Clubber, o underground e a cultura hip hop, mas sempre ligados ao universo das baladas e casas noturnas. Neste contexto, acentuou-se muito a difusão da tatuagem e do piercing.

No dia a dia, porém, para as atividades do cotidiano, não se notam sensíveis diferenças em relação ao revival efetuado pelas duas décadas anteriores.

Moda andrógena

Moda andrógena ou sem gênero é uma vertente da moda que visa à quebra das construções sociais impostas pelas gerações passadas no que diz respeito ao vestuário e às ideias já naturalizadas no imaginário social, como, por exemplo, azul ser cor de menino e rosa, cor de menina. Ou ainda, que homens não podem usar vestido, assim como antigamente mulheres não podiam usar calça.

A ideia é demonstrar que também é possível manter uma identidade de gênero mesmo que se absorvam atitudes ou se consumam produtos normalmente associados ao outro gênero. Um dos grandes ideais da moda sem gênero é que as gerações futuras possam comprar roupas em um único setor, sem que haja divisão entre masculino e feminino.

Ver também

Referências

  1.  O surgimento da moda Brasil Escola.
  2.  FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 146.
  3.  O filme teve duas sequências: O retorno do Homem chamado Cavalo, em 1976 e “Triumphs of a Man Called Horse” (sem título em português), em 1983.
  4.  Vide por exemplo: Povos de alto grau de civilização: maias, incas e astecas ou Maias, Incas e Astecas – Visão Geral Arquivado em 15 de fevereiro de 2010, no Wayback Machine. ou ainda Leitura:Maias, Incas e Astecas.
  5.  Vide, por exemplo, na Galeria, a imagem que representa o mês de dezembro do “Livro das horas do duque de Berry”, onde vemos o camponês da direita usando roupa de cor azul.
  6.  sobre a “mini era glacial” e os períodos de resfriamento do clima vide: Enfraquecimento da Corrente do Golfo causou mini Era Glacial e também Pequena Idade do Gelo
  7.  Nove anos depois, em 2007, estreou nos cinemas Elizabeth: The Golden Age (A Era de Ouro, em português).
  8.  Sobre a moda na Idade Moderna, vide: CHAULANGES, M. & S. L’Histoire Vivante. Paris, Ed. Delagrave, 1961.
  9.  SOUZA, Gilda de Mello. O Espírito das roupas: a moda do século XIX. São Paulo, Cia das Letras, 1987
  10.  Na casa-grande – fortaleza para os membros masculinos da família e prisão para os membros femininos – o patriarca tem poder de vida e morte em relação aos dependentes e agregados, sendo que a esposa lhe é completamente submissa. A exagerada polarização entre os sexos engendra o duplo padrão de moralidade.como demonstraram Gilberto Freire e mais recentemente Richard Parker
  11.  o filme teve duas sequências: De volta para o futuro II, de 1989, e De volta para o futuro III, de 1990.
  12.  Apenas como curiosidade, podemos lembrar que a primeira vez que este modelo exato de vestido “entrou em cena”, foi no corpo de Rita Hayworth, no antológico filme Gilda, de 1946 (“nunca houve uma mulher como Gilda”) e, após Marilyn Monroe e Madonna, foi retomado em 2002 no filme Navio Fantasma sendo usado pela “cantora fantasma” Francesca, que canta “Senza Fine”, música eternizada por Ornella Vanoni.

Bibliografia

  • BARBOSA, Bárbara Franzner (et al). A técnica de modelar o vestuário e a moda
  • CAPPELLANO, Luiz Carlos – Vamos falar de moda? in: FESB – Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista. Bragança Paulista. Revista GABARITO ano I, Edição 1, abril de 2005, pp 31–34..
  • CHAULANGES, M. & S. L’Histoire Vivant. Paris, Ed. Delagrave, 1961.
  • COSTA, Cristina. Questões de Arte: o belo, a percepção estética e o fazer artístico. 2º Ed. São Paulo: Moderna, 2004.
  • GARCIA, Claudia. Almanaque Folha-UOL. Saint Laurent
  • GOMBRICH, E.H. A História da Arte. RJ: Editora LTC, 1999. 16º Edição.
  • Hernández, Ana Sánchez de la Nieta (Jornalista colabora em diversos meios de comunicação sobre temas de juventude, universidade, moda e cinema). A Moda – entre a ética e a Estética. DIEL, 2000.
  • LITTLE, Stephen. …ismos. Entender a Arte. Editora Lisma, 2007. (S.l.)
  • LENHERT, Gertrud. História da Moda do Século XX. Colônia, Editora Konemann Verlagsgellschaft mbh, 2001.
  • MELLO E SOUZA, Gilda de – O Espírito das roupas, a moda do século XIX. São Paulo, Companhia das Letras, 1987.
  • MORAES, Daniela Eufrásio Cavallaro. Moda e Arte no Século XX. Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Educação Artística, sob orientação do prof. Especialista Luiz Carlos Cappellano. FESB- Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista. Dezembro de 2008
  • O’HARA, Georgina. Enciclopédia da Moda de 1840 à década de 80. SP: Companhia das Letras, 1992.
  • POLLINI, Denise. Breve História da Moda. São Paulo, Ed. Claridade, 2007.
  • TAMBINI, Michael. O Design do Século. SP: Editora Ática, 2002.

Olá mundooo !!!

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Muitas novidades estarão surgindo em breve. Estamos preparando algo incrível por aqui relacionado a moda , arte , cultura e tudo de mais incrível que acontece pelo mundo. Fiquem ligados que em breve já teremos conteúdos exclusivos para o blog. JUNIOR PHILLIP 😍

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